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Fragmentos de uma entrevista que nem foi ao ar, mas foi pelos ares

29 de maio de 2011

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Alunos e professores contra fechamento de escola

31 de outubro de 2009

EDUCAÇÃO – Jovens estudantes da cidade de Capão Bonito, estado de São Paulo, organizaram neste sábado uma manifestação para tentar evitar o fechamento da Escola Estadual Professora Avelina Contiéri de Almeida, que atende dicentes do ensino fundamental, ensino médio e do EJA (ensino para jovens e adultos).

Com slogans como “fechar escolas é abrir prisões” os manifestantes percorreram as ruas centrais da cidade, passando em frente ao paço municipal, à residência do prefeito Julio Fernando Galvão Dias (PR) e concluindo a manifestação pacífica na Praça Rui Barbosa, onde curiosos, transeuntes, estudantes e professores ouviram discursos e palavras de ordem.
Segundo o presidente do grêmio estudantil da unidade, Michel Felipe Machado, a intenção é a de que o poder público municipal formalize – ou viabilize – a doação do prédio para o governo estadual, o qual, assim, assumiria o efetivo controle daquela instituição de ensino. Já a educadora Alexandrina Citadini (foto) afirma que o prefeito Julio Fernando não teria interesse em manter a escola funcionando nas instalações atuais – Avenida Ademar de Barros -, pois pretende reinstalar naquelas dependências a Escola Municipal Faustino Cesarino Barreto, a qual atualmente encontra-se instalada na mesma avenida, mas em prédio alugado pelo governo municipal, sendo a contenção de gastos uma das razões alegadas pela prefeitura para o retorno da escola municipal para seu local de origem.
Alexandrina lembrou que a instituição funciona há 26 anos e que sempre contou com o apoio dos diversos prefeitos que passaram durante esse período, afirma, também, que o atual prefeito alega ser Paulo Renato Souza, secretário estadual da Educação, o responsável pelo fechamento da unidade de ensino.
Dois Pontos (análise): Esse balaio de gatos, onde as informações acontecem de forma desencontrada, atirando a comunidade, a classe estudantil e o professorado ora contra o município, ora contra o estado, serve realmente a quem senão àqueles que querer confundir, ludibriar, lançar fumaça sobre a realidade?
É imprescindível à democracia as manifestações organizadas de forma ordeira e pacífica, buscando sempre o bem-estar da comunidade, o importante, no entanto, é que os estudantes não sejam manipulados e utilizados como massa de manobra por políticos oportunistas, que muitas vezes tem como objetivo principal não o idealismo lúdico da juventude questionadora, mas apenas a vitrine proporcionada por esses eventos democráticos.